O movimento de 1922 moldou a identidade cultural do país, com obras que continuam a inspirar debates e reflexões sobre a formação social e artística.
Mais de um século após a Semana de Arte Moderna de 1922, o legado do movimento modernista brasileiro permanece ativo como referência. Grupos de artistas e intelectuais no Sudeste, especialmente em São
O pensamento social da época foi explorado em obras fundamentais como "Retrato do Brasil" (1928) de Paulo Prado, "Casa-Grande & Senzala" (1933) de Gilberto Freyre, "Raízes do Brasil" (1936) de Sérgio
O modernismo também reverberou no Nordeste, com contribuições de Manuel Bandeira, Jorge de Lima e Câmara Cascudo, que participou ativamente da vida intelectual com publicações e correspondências. A el