Organizadora de salto sem corda que matou jovem é indiciada por homicídio
Mulher que organizou salto sem corda que resultou na morte de jovem de 21 anos é indiciada por homicídio qualificado em São Paulo. Polícia pede prisão preventiva.

A mulher que organizou um salto de rope jump que resultou na morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, foi indiciada pela Polícia Civil de São Paulo por homicídio qualificado. O crime foi motivado por torpeza e fraude processual. A investigação aponta que a vítima não estava presa à corda de segurança no momento em que foi lançada de uma ponte.
## Pedido de Prisão Preventiva
Além do indiciamento, as autoridades policiais solicitaram à Justiça a conversão da prisão temporária de Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, para prisão preventiva. O pedido visa garantir que a investigada permaneça detida por tempo indeterminado, enquanto o processo judicial avança.
A defesa de Evelyne dos Santos Gonçalves manifestou discordância em relação às conclusões apresentadas no inquérito policial. O caso levanta sérias questões sobre a segurança em atividades de aventura e a responsabilidade dos organizadores em eventos que envolvem riscos.
A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas chocou a comunidade e reacendeu o debate sobre a fiscalização e regulamentação de práticas esportivas radicais no país, especialmente aquelas realizadas sem a devida supervisão e equipamentos de segurança adequados.