Jovem Ana Vitória, 12, sonha em ser bombeira e busca um lar
Ana Vitória, 12 anos, reside em um abrigo no Amapá e sonha em ser bombeira. Ela é o rosto da campanha "Eu Acredito no Amor" que busca famílias para adoção tardia.

Ana Vitória, uma menina de 12 anos com um futuro brilhante em mente, sonha em se tornar bombeira militar. Atualmente acolhida na Casa de Acolhida Marcello Cândia, em Santana, no Amapá, ela integra a campanha "Eu Acredito no Amor", promovida pela Vara da Infância e Juventude local. O projeto visa sensibilizar a sociedade sobre a importância da adoção de crianças e adolescentes maiores, que muitas vezes enfrentam maiores dificuldades para encontrar um lar.
Com um sorriso tímido e um temperamento carinhoso, Ana Vitória conquista a todos que a conhecem. Sua paixão pela matemática se destaca, contrastando com a ideia comum de que essa disciplina é um desafio para jovens de sua idade. Para ela, os estudos são um caminho para realizar seus objetivos, incluindo a formação como bombeira e a construção de uma família que celebre suas conquistas.
O projeto "Eu Acredito no Amor" nasceu da necessidade de dar visibilidade a adolescentes que vivem em abrigos públicos. O Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) busca conectar esses jovens a famílias que desejam oferecer afeto, proteção e construir novas histórias. A adoção após os 10 anos ainda representa um desafio considerável nos cadastros do estado, tornando iniciativas como essa ainda mais cruciais.
A dedicação e a vontade de Ana Vitória de ir longe são evidentes. O que ela mais anseia agora é por um lar, um abraço que a acolha ao fim do dia e alguém para compartilhar suas vitórias. A iniciativa permite que interessados em adotar Ana Vitória ou conhecer mais sobre o projeto entrem em contato direto com a Vara da Infância e Juventude de Santana, através dos telefones (96) 3312-4232, (96) 3312-4233 ou (96) 3312-4234.
A divulgação da história e imagem de Ana Vitória foi autorizada pela Juíza da Vara da Infância e Juventude de Santana, com o único objetivo de promover o bem-estar e o futuro da menina, incentivando a adoção tardia e demonstrando que o amor pode florescer em diferentes fases da vida.