Claro é condenada por ligações excessivas a estudante de direito

Operadora Claro é condenada a pagar R$ 3 mil de indenização a estudante de direito por realizar ligações de telemarketing insistentes e violar a paz do consumidor.

Claro é condenada por ligações excessivas a estudante de direito

A operadora de telefonia Claro foi condenada pela Justiça a pagar uma indenização de R$ 3 mil ao estudante de direito Caio Alessandro Oliveira Silva. A decisão judicial considerou que as ligações insistentes de telemarketing realizadas pela empresa violaram a tranquilidade e a paz do consumidor.

O estudante relatou ter sido alvo de um fluxo contínuo de chamadas com fins de marketing, o que, segundo o magistrado responsável pelo caso, ultrapassou os limites do razoável e configurou prática abusiva. A condenação busca não apenas compensar o dano moral sofrido pelo estudante, mas também servir como um alerta para que a operadora reavalie suas estratégias de prospecção de clientes e respeite o direito à privacidade e ao sossego dos consumidores.

O valor da indenização, estipulado em R$ 3 mil, visa reparar o abalo moral causado pelas interrupções constantes e pelo incômodo gerado pelas chamadas indesejadas. A sentença reforça a importância do cumprimento das leis de defesa do consumidor e da responsabilidade das empresas em suas práticas comerciais, especialmente no que tange ao contato com clientes e potenciais clientes por meio de telemarketing.