Cunhã-poranga encanta em alegoria de lenda amazônica no Festival de Parintins
Marciele Albuquerque, cunhã-poranga do Boi Caprichoso, brilha em Parintins com alegoria inspirada na lenda amazônica 'Nhaçã Hekã'.

A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, impressionou o público do 59º Festival de Parintins ao surgir de uma alegoria inspirada na lenda amazônica "Nhaçã Hekã – Macacos Comedores de Gente". A performance ocorreu na terceira e última noite do evento, neste domingo (28), como parte do espetáculo "O Brinquedo da Resistência".
O tema da noite celebrou a resistência cultural dos povos da Amazônia e a força das tradições. Marciele Albuquerque defendeu o item 9, que avalia desenvoltura, expressão corporal, indumentária e adequação ao tema. A alegoria, baseada em uma narrativa dos povos da Ilha do Bananal, retratou o jovem guerreiro Maricá, que protege seu povo de criaturas ameaçadoras com a ajuda de personagens místicos.
A cunhã-poranga surgiu da estrutura da alegoria ao som da toada "Nhaçã Hekã", antes de iniciar sua evolução na arena ao som de "Amantes Feiticeiras", em uma celebração vibrante da cultura amazônica.