EUA celebram 250 anos com Trump, cápsula do tempo e curiosidades
EUA celebram 250 anos de independência com eventos variados: Trump discursa em Washington, concurso de sósias de Benjamin Franklin na Filadélfia e sobrevoo em Nova York.

Os Estados Unidos celebraram neste sábado (4) o seu 250º aniversário de independência com uma série de eventos distribuídos pelo país. Em Washington, o ex-presidente Donald Trump marcou a data com um comício político no National Mall, que encerrou as festividades. Apesar do forte calor, com sensação térmica de 40 graus Celsius, que levou ao atendimento de diversas pessoas por socorristas, o local registrou grande movimentação popular.
## Feira e polêmicas em Washington
No National Mall, foi montada a "Great American State Fair", uma feira com estandes representando os 50 estados americanos. Entre as atrações, destacou-se uma réplica de um arco que Trump planeja construir na capital, obra considerada polêmica. Uma roda gigante e estandes de comida e bebida completavam o cenário, com muitos visitantes buscando proteção do sol intenso com sombrinhas.
## Celebrações históricas e inusitadas
Na Filadélfia, cidade onde a Declaração de Independência foi assinada em 1776, as comemorações incluíram um original concurso de sósias de Benjamin Franklin, um dos pais fundadores do país. Trinta participantes se fantasiaram do personagem, e Kaya Burgess, de 25 anos, foi a vencedora. A cidade também viu o enterro de uma cápsula do tempo no Independence Mall, destinada a ser aberta apenas no 500º aniversário do país. Projetada para durar dois séculos e meio e repelir água, a cápsula contém itens representativos dos 50 estados, como uma placa de aço inoxidável de Nova Jersey e anotações de moradores de Delaware sobre o significado do estado para eles.
## Manifestações aéreas e felicitações internacionais
Em Nova York, a Marinha americana realizou um sobrevoo sobre o porto, com caças deixando rastros de fumaça nas cores da bandeira dos EUA. No cenário internacional, o presidente russo Vladimir Putin enviou uma carta de felicitações a Donald Trump, referindo-se à assinatura da Declaração de Independência como um "marco importante na história mundial" e mencionando a parceria histórica entre Rússia e EUA.
As celebrações, embora marcadas por eventos festivos e históricos, também refletiram divisões políticas, com críticas direcionadas ao comício de Trump, visto por alguns como um evento divisivo em um momento que deveria ser de união nacional.